Sexta-feira da Paixão: coronavírus, somos humanamente marcados pela vulnerabilidade
Mariangela Jaguraba - Cidade do Vaticano
A Igreja recorda nesta Sexta-feira Santa a Paixão e Morte de Jesus. Este é um dia santo diferente, marcado pela pandemia de Covid-19 que impede as pessoas de se reunirem para celebrar o mistério da Paixão de Cristo, como se faz habitualmente na Semana Santa.
Jesus segue para o Calvário, carregando a cruz nas costas, o peso dos nossos pecados. A sua morte é o preço da nossa salvação. Quantas pessoas hoje carregam a cruz da doença, neste tempo de coronavírus. Morrem nos hospitais sem a presença de uma pessoa da família que lhe esteja próximo no momento da morte. Quantos médicos e enfermeiros estão arriscando suas vidas, trabalhando horas sem descanso, numa corrida contra o tempo para salvar a vida dessas pessoas.
O arcebispo de Montes Claros, dom João Justino de Medeiros Silva, presidente da Comissão para a Cultura e a Educação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), nos ajuda a refletir sobre o significado desta Sexta-feira da Paixão, nesse contexto de coronavírus.
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